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<rss version="2.0"><channel><image><url>http://www.yubliss.com/static/image/logo.png</url><title>YuBliss Home</title><link>http://www.yubliss.com/</link></image><title>Linhas tel&#xFA;ricas</title><link>http://www.yubliss.com/</link><description>Generated by the YuBliss community</description><language>en-us</language><copyright>Copyright 2010 Coffee Bean Technology Inc</copyright><generator>YuBliss.com Feed Generator</generator><managingEditor>feeds@yubliss.com</managingEditor><webMaster>webmaster@yubliss.com</webMaster><lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 05:11:01 +0000</lastBuildDate><item><title>Ceifeiro gentil</title><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: medium; font-style: italic;"&gt;Este texto faz parte da fala de um personagem meu em uma futura narrativa. As id&amp;eacute;ias foram colhidas de v&amp;aacute;rios depoimentos que venho ouvindo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;span style="font-size: large; font-family: 'times new roman', times;"&gt;&lt;br /&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: 'times new roman', times; font-size: medium;"&gt;&lt;img src="/dynamic/stories/213f8f1d10e365346b86b2e2128a5c25c85ab667.jpg" border="0" width="192" height="256" name="imgSt1326150584942" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ceifeiro gentil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Venho repensando a ideia de suic&amp;iacute;dio. Eu disse a um amigo uma vez que notei que suicidas famosos poderiam ter feito o ato n&amp;atilde;o a partir somente do seu orgulho. Acho que os entendo melhor agora... Tenho a impress&amp;atilde;o de que n&amp;atilde;o &amp;eacute; somente um ato dram&amp;aacute;tico. As pessoas geralmente v&amp;ecirc;m assim, como um ato desesperado. Hoje j&amp;aacute; penso diferente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Os espiritualistas e religiosos de um modo geral condenam o suic&amp;iacute;dio de modo ferrenho e dizem que a pessoa ter&amp;aacute; uma vida mais dura ainda depois que desencarnar. Parece que quase todas as religi&amp;otilde;es, a sua maneira e terminologia, dizem que para a alma o suic&amp;iacute;dio n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; nada bom, que somente ir&amp;aacute; atrasar sua evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, entre outros tormentos. Acredito em tudo isso, por&amp;eacute;m ao mesmo tempo n&amp;atilde;o &amp;eacute; o suficiente para me convencer de que n&amp;atilde;o vir&amp;aacute; um certo al&amp;iacute;vio mesmo que ef&amp;ecirc;mero para o suicida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O fato &amp;eacute; que a vida sempre ganha, certo? Os terapeutas hol&amp;iacute;sticos da nova era vivem dizendo que voc&amp;ecirc; pode ter tudo o que quiser, dinheiro, amor, sucesso, mas voc&amp;ecirc; tem de aceitar a maneira como a vida vai lhe trazer tudo isso. Ah! Interessante! Voc&amp;ecirc; &amp;eacute; livre para criar seu destino, desat&amp;aacute;-lo, transform&amp;aacute;-lo, mas n&amp;atilde;o exatamente da maneira que voc&amp;ecirc; quer... Eles dizem &amp;ldquo;a vida sabe o que &amp;eacute; melhor para voc&amp;ecirc;&amp;rdquo;, &amp;ldquo;voc&amp;ecirc; tem de confiar nela&amp;rdquo;, &amp;ldquo;voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o &amp;eacute; maior do que a vida, voc&amp;ecirc; &amp;eacute; a vida&amp;rdquo;, etc. Mas a verdade &amp;eacute; que o paradoxo persiste: voc&amp;ecirc; nunca poder&amp;aacute; ganhar da vida. Nem mesmo quando voc&amp;ecirc; se mata... Voc&amp;ecirc; &amp;eacute; eterno, certo? Voc&amp;ecirc; mata seu corpo agora para fugir daquilo que voc&amp;ecirc; (n&amp;atilde;o?) quer, mas em algum lugar l&amp;aacute; fora do corpo, nada ter&amp;aacute; mudado, seu problema vai continuar. Ent&amp;atilde;o, eu reclamo &amp;eacute; dessa aparente liberdade, compreende?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Por que n&amp;atilde;o posso simplesmente me matar com uma esp&amp;eacute;cie de bomba at&amp;ocirc;mica e evaporar, virar nada mesmo, escapar da vida? Esta vida que parece t&amp;atilde;o generosa, mas te controla totalmente te amarrando a ela...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Eu agora entendo bem melhor Shakespeare quando ele diz que n&amp;oacute;s somos apenas marionetes sob o fio nas m&amp;atilde;os da vida e tudo isso aqui &amp;eacute; um palco. Quando Hamlet diz: &amp;ldquo;morrer, dormir, talvez sonhar&amp;rdquo; ele come&amp;ccedil;a a conclus&amp;atilde;o de que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o pode escapar da vida, que quando voc&amp;ecirc; imagina que ao morrer voc&amp;ecirc; poderia acalmar sua alma com alguns sonhos eternos e fazer as coisas melhorarem e ficar um pouco mais feliz, voc&amp;ecirc; &amp;eacute; acordado para a realidade de que isso n&amp;atilde;o vai nunca acontecer. Estar ou n&amp;atilde;o estar morto &amp;eacute; uma quest&amp;atilde;o de puro jogo de racioc&amp;iacute;nio, pois a verdade &amp;eacute; que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o pode morrer, n&amp;atilde;o mesmo!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;E eu digo mais: o amor falido, o emprego infeliz, a falta de amigos ou de dinheiro, nada disso &amp;eacute; realmente a raz&amp;atilde;o do meu namoro com o suic&amp;iacute;dio, longe disso. Eles s&amp;atilde;o meros catalisadores de uma quest&amp;atilde;o mais profunda, eles s&amp;atilde;o o espelho colocado pela vida para me mostrar que eu n&amp;atilde;o vou ganhar dela jamais!&amp;nbsp; Esta ideia de auto ceifa est&amp;aacute; no meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; muito tempo... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Vejo que as pessoas interpretam o suicida de modo preconceituoso, realmente como um tabu. O suicida n&amp;atilde;o est&amp;aacute; simplesmente e somente fugindo da vida ou problemas. Voc&amp;ecirc; diria, com toda sinceridade, que um homem com Ernest Hemingway estava tentando fugir da vida? Um homem que viveu a vida por inteiro, escreveu a respeito, ficou famoso, rico, viajou, amou? Por que ele iria querer escapar? E n&amp;atilde;o me venha com a velha ladainha de que fama, dinheiro e tudo acima n&amp;atilde;o trazem felicidade, de que lhe faltava o tal &amp;ldquo;deus&amp;rdquo;. Ali&amp;aacute;s, eu tenho certeza de que ele n&amp;atilde;o desprezava a vida e j&amp;aacute; tinha aprendido cedo de que deus n&amp;atilde;o existe. O pai dele se matou tamb&amp;eacute;m, ele estava doente, velho, alc&amp;oacute;latra, com depress&amp;atilde;o, mas nada disso pode ter sido realmente o motivo de ele tirar a pr&amp;oacute;pria vida, sabia?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Hemingway (e talvez muitos outros como ele) se matou por duas raz&amp;otilde;es terrivelmente simples: primeiro para ter a derradeira emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que pelo menos por um instante ele teria o poder sobre a vida! E segundo porque provavelmente ele estava bem cansado, extremamente cansado. Uma mente e esp&amp;iacute;rito brilhantes que n&amp;atilde;o admitia n&amp;atilde;o ter o controle sobre a vida... E &amp;eacute; o modo como me sinto agora: um cansa&amp;ccedil;o imenso principalmente da repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vida, dos erros, dos tais momentos felizes. E para dar mais vaz&amp;atilde;o &amp;agrave; minha sinceridade, tamb&amp;eacute;m me canso por ficar dando raz&amp;otilde;es para meu cansa&amp;ccedil;o. Ele &amp;eacute; t&amp;atilde;o completo e me toma por inteiro de tal modo, que ele est&amp;aacute; l&amp;aacute; como um mon&amp;oacute;lito da verdade, preenchendo todo o espa&amp;ccedil;o da minha vida, do meu corpo e o peito d&amp;oacute;i.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;N&amp;atilde;o posso negar que eu devo estar sob a influ&amp;ecirc;ncia de energias negativas, tais como, encostos ou formas-pensamento, provavelmente estou. Mas n&amp;atilde;o muda o fato e a verdade de que o pensamento suicida est&amp;aacute; aqui comigo, me rodeando, como h&amp;aacute; eons de tempos atr&amp;aacute;s.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;E eu pensei ao escrever isso que se a pessoa amada me dissesse &amp;ldquo;n&amp;atilde;o&amp;rdquo; de novo, se o dinheiro e os amigos faltassem, ou qualquer porcaria dessas repeti&amp;ccedil;&amp;otilde;es, eu poderia simplesmente vender tudo e ir meditar no Tibet, viajar pela &amp;Iacute;ndia, virar hippie, ou seja, mudar radicalmente de vida, como j&amp;aacute; fiz outras vezes. Pois mudar de vida radicalmente significa morrer um pouco e me livraria por um tempo do umbral. Ao escapar de toda a mis&amp;eacute;ria chata que a vida me d&amp;aacute;, eu estaria desviando minha mente do suic&amp;iacute;dio, fingindo encontrar causas nobres para continuar vivendo. Eu me fecharia para o amor, o dinheiro, amigos, satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o sei o que mais... At&amp;eacute; o pr&amp;oacute;ximo fluxo de suic&amp;iacute;dio voltar aos meus pensamentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Contudo, se eu recebesse tudo o que eu quisesse, pessoa amada, dinheiro, amigos a perder a conta, temo que a vida estaria me dando um doce para acalmar meus pensamentos suicidas... Ela sempre faz isso. Claro, eu ficaria feliz feito um peru fugido no Natal, mas eu saberia que ela estaria me dando uma nova chance, que no fundo &amp;eacute; para ela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O &amp;uacute;nico entendido da vida que falou algo sensato sobre o suicida e o que ele pensa, foi o Osho. Ele disse que jamais devemos julgar a pessoa que resolve se matar, pois n&amp;atilde;o estamos na pele dela para saber da missa a metade. Ele reflete que geralmente as pessoas que resolveram se matar s&amp;atilde;o as mais sens&amp;iacute;veis e inteligentes no seu meio. Sentem de longe a hipocrisia e percebem logo de cara e muito cedo a neurose da sociedade e quando resolvem chamar o ceifeiro gentil &amp;eacute; porque simplesmente n&amp;atilde;o suportam mais tudo isso, est&amp;atilde;o cansadas da repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de serem mo&amp;iacute;dos na m&amp;aacute;quina social e simplesmente n&amp;atilde;o v&amp;ecirc;m solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para tudo isso. E que como pressentem que n&amp;atilde;o poderiam sair dessa condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o escravocrata, sentem derradeiramente que a &amp;uacute;nica coisa que realmente possuem &amp;eacute; a vida, e a &amp;uacute;nica coisa que poderiam fazer e pudessem chamar de &amp;ldquo;sua&amp;rdquo; &amp;eacute; acabar com ela. &amp;Eacute; mais como um ato rebelde contra a mesmice burra em que vivemos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Sociedade neur&amp;oacute;tica... &amp;Eacute; a pura verdade... E uma neurose que gera muito dinheiro para muita gente, ent&amp;atilde;o por que mud&amp;aacute;-la, certo? Neuroses em todos os aspectos da vida: todos querem ter muito dinheiro, mas o desdenham o tempo todo com frases de falsa mod&amp;eacute;stia, pretensa espiritualidade ou posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica de &amp;ldquo;esquerda&amp;rdquo; ao capitalismo. Todos querem amar e ser felizes, mas s&amp;oacute; v&amp;atilde;o atr&amp;aacute;s de quem o despreza, ou quando amam n&amp;atilde;o demonstram com medo de parecerem rid&amp;iacute;culos e desprezam aqueles que os amam. Trabalhar no que gosta parece nunca trazer prosperidade, ent&amp;atilde;o trabalham em algo massacrante para ter um bom sal&amp;aacute;rio, se prometendo no come&amp;ccedil;o que um dia v&amp;atilde;o sair dali para curtir a vida e fazer o que realmente gostam, mas n&amp;atilde;o conseguem nunca. Reclamam que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m amigos, mas adoram falar mal da vida alheia, julgando a todos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;E somos mesmo todos another brick in the wall... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;E o ceifeiro gentil espreita e aguarda as chamadas&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-align: right;"&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: center; display: inline !important;"&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: justify; display: inline !important;"&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="display: inline !important;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large; text-align: right;"&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: center; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>/blog/9935</link><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 22:59:10 +0000</pubDate><category>blog</category><guid>/blog/9935</guid></item><item><title>Amy Winehouse e n&#xF3;s: &#xE9; tudo uma escolha!</title><description>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&#xD;
&lt;p style="color: #333333; font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="color: #333333; font-size: large; line-height: 16px; text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_CwPFNHPEFDE/SKGNvQCxYNI/AAAAAAAAArI/Sn4FOuC4z6A/s320/amy+linda.bmp" border="0" width="320" height="275" name="imgSt1311529204547" /&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;span style="line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', times;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Indignada com as piadinhas no twitter sobre como a Amy morreu!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;De saco cheio das piadinhas da sua morte no FaceBook!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Irritad&amp;iacute;ssima com os links das passagens tr&amp;aacute;gicas da vida e da morte de Amy!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Resolvi deixar minha opini&amp;atilde;o, j&amp;aacute; que todos se exp&amp;otilde;em com essa sujeira nos meus sites pessoais, e vou dar o meu coice. Afinal, como diriam as vov&amp;oacute;s: "quem fala (clica) o que bem entende uma hora vai ouvir (ler) o que n&amp;atilde;o quer". Portanto, se algum de voc&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o gostarem da minha nota, parem de me enviar lixo sobre os lixos da Amy!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Pra come&amp;ccedil;ar, a Amy sempre assumiu que n&amp;atilde;o queria ajuda, publicamente. Isso &amp;eacute; um sinal de que a sua alma estava no caminho que ELA escolheu, sendo assim, ela n&amp;atilde;o era uma coitada!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Segundo, eu me recuso a dar RT ou "curtir" ou "compartilhar" em links que est&amp;atilde;o fazendo caricatura da morte ou da vida de Amy; me recuso a fazer o mesmo sobre seus links vampirescos de alguns de voc&amp;ecirc;s, carniceiros, que farejam necrofilia e acham que v&amp;atilde;o ser aplaudidos por isso!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Voc&amp;ecirc;s ficam se ligando no mal do mundo e depois n&amp;atilde;o sabem porque s&amp;atilde;o atormentados mentalmente.&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Voc&amp;ecirc;s se ligam nas not&amp;iacute;cias de baix&amp;iacute;ssimo astral e depois n&amp;atilde;o sabem porque algo estranho acontece na sua vida.&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Voc&amp;ecirc;s escolhem espalhar a desgra&amp;ccedil;a alheia pelo recurso virtual, ignorantes, fingindo n&amp;atilde;o saber que isso volta pra voc&amp;ecirc;s&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;mais tarde.&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Voc&amp;ecirc;s perpetuam &amp;nbsp;a fei&amp;uacute;ra da (vida da) Amy (do Michael Jackson, do River Phoenix, da Janis Joplin, do Kurt Cobain...) pra se fazerem os "engra&amp;ccedil;ad&amp;otilde;es" ou alegam que "isso &amp;eacute; a vida real" e se fazem todos jornalistas do caos!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Bem, eu escolho n&amp;atilde;o dar vaz&amp;atilde;o a voc&amp;ecirc;s e seus lixos!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Escolho n&amp;atilde;o "curtir" seus miasmas umbralinos!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Escolho n&amp;atilde;o compartilhar seus links que espalham a verdadeira corrente do mal!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Escolho postar fotos da Amy no seu auge frescor, porque tenho minha convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que ela foi por causa de v&amp;aacute;rias&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;escolhas que fez e eu respeito a escolha dos outros, porque quero que respeitem a minha!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Escolho pensar que o Universo est&amp;aacute; em n&amp;oacute;s e ele ap&amp;oacute;ia todas as nossas escolhas. Por mais que os seus julgamentos, das suas mentes moralistas ou igualmente perigosamente "piedosas" acham que sabiam como a Amy deveria viver, eu sei que o Universo apoiou TUDO o que a Amy fez e vai continuar apoiando na Eternidade.&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;E se voc&amp;ecirc;s se acham t&amp;atilde;o piedosos, t&amp;atilde;o sens&amp;iacute;veis, t&amp;atilde;o melhores do que a Amy, fa&amp;ccedil;am seus concursos para os cargos de "fiscais do mundo" e assumam a responsabilidade e cuidar da vida dos outros, e aguentem as consequ&amp;ecirc;nciss fardosas que adv&amp;ecirc;m disso!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Eu prefiro ficar no meu canto e curtir esta foto a&amp;iacute; em cima, desligar os programas de TV, os links perversos e ouvir em casa sozinha o legado da Amy!&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/span&gt;&#xD;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', times;"&gt;&lt;span style="line-height: 16px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;span style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&#xD;
&lt;p style="font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', times;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="font-size: 11px; line-height: 1.5em; margin: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description><link>/blog/9442</link><pubDate>Sun, 24 Jul 2011 17:33:10 +0000</pubDate><category>blog</category><guid>/blog/9442</guid></item><item><title>A massa emergindo... minha experi&#xEA;ncia num v&#xF4;o SC-MG</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', times;"&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="http://www.amaieurope.org/imagens/visitas/08_aeroporto.jpg" border="0" width="350" height="233" name="imgSt1308526101725" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', times;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ah! O engenho humano!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Deve ter sido assim tamb&amp;eacute;m quando outros meios de transporte de longa dist&amp;acirc;ncia come&amp;ccedil;aram a se popularizar, l&amp;aacute; no s&amp;eacute;culo 19, como os trens, por exemplo. Os mais afastados das r&amp;aacute;pidas e recentes novidades com certeza se sentiam perdidos, com medo, intimidados e conseq&amp;uuml;entemente deveriam cometer muitas gafes, aos olhos dos abastados. Intimidados pelas m&amp;aacute;quinas, pelos novos trabalhadores e seus uniformes imponentes, os ru&amp;iacute;dos novos &amp;ndash; altos, amedrontadores, de todos os timbres: agudos, graves, estrondosos, estridentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Reparo agora que a mais maldita, mas tamb&amp;eacute;m a mais bela caracter&amp;iacute;stica humana, a adaptabilidade, nunca cessa de atuar. &amp;Eacute; intrigante como alguns humanos s&amp;atilde;o adapt&amp;aacute;veis! Depois de um tempo, todos ficam a postos, fazendo tudo automaticamente e quase bocejando em suas tarefas como operadores de m&amp;aacute;quinas e passageiros costumeiros. Contudo, quando n&amp;atilde;o usamos freq&amp;uuml;entemente tal transporte, ficamos atordoados, com um friozinho no est&amp;ocirc;mago, matutando se tudo vai dar certo mesmo no final da viagem. Ao viajar de avi&amp;atilde;o, por um longo trajeto, fico tonta s&amp;oacute; de olhar esta movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos dias de hoje, nos aeroportos, o vai e vem dos &amp;ocirc;nibus cegonha, que carregam passageiros, bagagem, ferramentas, funcion&amp;aacute;rios... Tudo t&amp;atilde;o di&amp;aacute;rio, t&amp;atilde;o r&amp;aacute;pido, quase mon&amp;oacute;tono. Trabalhadores conversam entre si quase por c&amp;oacute;digos se o assunto &amp;eacute; a tarefa, numa linguagem toda pr&amp;oacute;pria. E pelos sorrisinhos marotos de quando em vez, posso apostar que falam de algo pessoal. Tamb&amp;eacute;m numa linguagem corporal de quem usa uniforme: altiva, disciplinada, mas n&amp;atilde;o arrogante. Entre diferentes companhias a&amp;eacute;reas, sinto que h&amp;aacute; um certo ar de disputa, como um a dizer &amp;ldquo;oi! (A minha companhia &amp;eacute; mais chique que a sua); e o outro responde: &amp;ldquo;oi, Fulano! Como vai? Tranq&amp;uuml;ilo? (puxa, cara! Te admiro pra caramba, um dia vou estar no seu lugar!). Tudo feito com um cordial aperto de m&amp;atilde;o e tapa nos ombros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tudo evolui t&amp;atilde;o fascinantemente r&amp;aacute;pido, m&amp;aacute;quinas e tarefas, mas nem sempre o traquejo social... Atendentes de aeroportos, a meu ver (nunca tive problemas com eles, pelo contr&amp;aacute;rio) s&amp;atilde;o na maioria das vezes cordiais e eficientes. No guich&amp;ecirc; parecem j&amp;aacute; predizerem nossas d&amp;uacute;vidas e n&amp;atilde;o demonstram raiva em informar-nos sobre algo que &amp;eacute; &amp;oacute;bvio para eles. Por&amp;eacute;m, nem todos est&amp;atilde;o sempre sorrindo, e j&amp;aacute; que n&amp;atilde;o sou tensa, n&amp;atilde;o cultivo o mau humor de antem&amp;atilde;o e aprendi com os ingleses que gentileza nunca &amp;eacute; demais, respondo todo m&amp;iacute;nimo servi&amp;ccedil;o com um &amp;ldquo;obrigado&amp;rdquo; e um sorriso. Percebo que alguns ficam surpresos comigo e nem t&amp;ecirc;m tempo de me corresponder. J&amp;aacute; outros respondem meio desconfiados e outros ainda arreganham uma baita boca de riso em foto. Tenho a impress&amp;atilde;o de que eles n&amp;atilde;o devem ouvir muito do que eu disse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Filosofando sobre os passageiros agora... Penso que na &amp;eacute;poca dos trens, tendo o acesso sido caro no come&amp;ccedil;o somente os mais ricos participaram das viagens primeiro. E por orgulho ou mania de grandeza odiaram quando a gentalha passou a usar o mesmo ambiente de deslocamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com a nova subida da tal dita &amp;ldquo;classe C&amp;rdquo; &amp;agrave;s viagens de avi&amp;atilde;o, a hist&amp;oacute;ria se repete. Aquela imensid&amp;atilde;o de pessoas, cuja apar&amp;ecirc;ncia remete a uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira mais &amp;ldquo;apertada&amp;rdquo;, agora &amp;eacute; vista nos aeroportos perdida em port&amp;otilde;es, em guich&amp;ecirc;s, n&amp;uacute;meros de poltronas e cores. Intimidados por toda parafern&amp;aacute;lia motorizada e virtualizada, obviamente, do mesmo modo, estes seres antes estranhos nos aeroportos ainda t&amp;ecirc;m de ser massacrados verbalmente por madames esnobes que est&amp;atilde;o sempre cheirando perfume adocicado, coberta de j&amp;oacute;ias e prontas para um esc&amp;acirc;ndalo por causa de algo &amp;iacute;nfimo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este rapaz muito simples, faltando dentes, com o rosto muito acabado &amp;ndash; talvez pelo sol, talvez, pelo tipo de trabalho que exerce &amp;ndash; estava no lugar certo que marcava seu bilhete de embarque. Mas ao chegar a tia do conde, j&amp;aacute; veio ordenando que o tal sa&amp;iacute;sse do assento, assumindo primariamente que ele estava errado &amp;ndash; afinal, um cara com aquela cara n&amp;atilde;o deveria nem saber ler, certo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pois muito bem, tanto fez a dona, incluindo dar uma de fina, oferecendo-se para sentar no lugar dele j&amp;aacute; que ele estava errado, que viemos a descobrir... Um momento! Antes quero acrescentar umas coisinhas: devo salientar que o baiano &amp;ndash; falei com ele depois, era de Juazeiro! &amp;ndash; recebeu a primeira abordagem da vaca sagrada com um sorriso e n&amp;atilde;o o tirou mais do rosto o resto da conversa. Educadamente, sem jamais alterar seu tom de voz, disse humildemente na primeira vez: &amp;ldquo;meu assento &amp;eacute; o n&amp;uacute;mero 10 A, senhora...&amp;rdquo; Na segunda, disse: &amp;ldquo;t&amp;aacute; certo, vou lhe mostrar meu bilhete&amp;rdquo; (sim! Ele usou &amp;ldquo;lhe&amp;rdquo; corretamente...). Na terceira: &amp;ldquo;ser&amp;aacute; que a gente n&amp;atilde;o podia ver seu bilhete tamb&amp;eacute;m, senhora?&amp;rdquo; E a dona muito a contragosto, r&amp;iacute;spida e com um tom de deboche: &amp;ldquo;&amp;eacute;, n&amp;eacute;? Talvez eu esteja equivocada!&amp;rdquo; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao tirar o bilhete a fofa viu escrito 10 B, numera&amp;ccedil;&amp;atilde;o esta que n&amp;atilde;o existia naquela aeronave, em que v&amp;iacute;amos somente 10 A e 10 C de um lado e 10 D, E e F do outro. O n&amp;uacute;mero que ela vira (o 10 A) era de outro bilhete dela da sua pr&amp;oacute;xima conex&amp;atilde;o em outra empresa. O verdadeiro da vez para ela era o 10 C! Visivelmente constrangida, mas sem baixar a bola de 5 quilos que trazia no seu nariz, come&amp;ccedil;ou a querer discutir com a comiss&amp;aacute;ria a respeito da numera&amp;ccedil;&amp;atilde;o estranha e n&amp;atilde;o conseguia mais olhar para o rapaz. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E o baiano disse, agora com mais &amp;ecirc;nfase, mas sem cair do &amp;ldquo;salto&amp;rdquo;: &amp;ldquo;minha senhora, t&amp;aacute; tudo bem, viu? Se a senhora quer ficar aqui no 10 A, n&amp;atilde;o tem problema, n&amp;atilde;o (sim! Ele falou &amp;ldquo;problema&amp;rdquo; corretamente!). Eu troco de lugar e a senhora fica aqui do lado do meu amigo e eu fico do outro lado&amp;rdquo;, e nem esperou pela resposta da &amp;ldquo;sinh&amp;ocirc;ra&amp;rdquo; e foi trocando logo de lugar, deixando o banco pra ela. E finalizou: &amp;ldquo;o importante &amp;eacute; todo mundo viajar bem e feliz, certo?&amp;rdquo;. Mais do que sem gra&amp;ccedil;a a representante da tal elite brasileira (se &amp;eacute; que um dia este pa&amp;iacute;s teve uma) sentou ali e manteve-se calada o resto da viagem. N&amp;atilde;o se ouviu nem desde um &amp;ldquo;obrigado&amp;rdquo; a um &amp;ldquo;puta que pariu&amp;rdquo;, nada, sil&amp;ecirc;ncio total.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Bati um papo r&amp;aacute;pido com o mo&amp;ccedil;o que ia pegar v&amp;aacute;rias conex&amp;otilde;es at&amp;eacute; chegar em Petrolina. Fazia isto duas vezes por ano, por conta do trabalho, sabe? Numa f&amp;aacute;brica multinacional de fios e cabos... O patr&amp;atilde;o dele pagava tudo e entregava v&amp;aacute;rios documentos na m&amp;atilde;o dele, pela confian&amp;ccedil;a que o chefe tinha no baiano...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ah! O progresso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps.: vou demorar a liberar e responder aos coment&amp;aacute;rios, ok? Mas assim que puder o farei!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>/blog/9329</link><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 23:20:30 +0000</pubDate><category>blog</category><guid>/blog/9329</guid></item><item><title>Homossexualidade: Cotidiano e Diversidade</title><description>&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Perpetua Titling MT&amp;quot;;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_8qUM7VsY6as/TJEOg17lJrI/AAAAAAAAAF0/cBBK8ZsssLw/s1600/diversidade2.jpg" border="0" width="400" height="300" name="imgSt1305254423217" /&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Perpetua Titling MT&amp;quot;;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;Ano passado escrevi um texto sobre diversidade na &amp;eacute;poca da parada gay. Este ano gostaria de publicar outro e vou tentar. Aproveitando os recentes f&amp;oacute;runs no Yubliss resolvi mostrar uma parte de um texto antigo, revisado. Foi at&amp;eacute; melhor assim, pois seria incoerente falar a &lt;em&gt;mesma coisa&lt;/em&gt; sobre &lt;em&gt;diversidade&lt;/em&gt;, j&amp;aacute; que ela est&amp;aacute; atrelada ao cotidiano e este &amp;eacute; sempre din&amp;acirc;mico, est&amp;aacute; sempre em muta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Vejamos se encontrarei algo diferente a dizer este ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Contudo, alguns itens do meu texto anterior precisarei repetir aqui por raz&amp;otilde;es que logo voc&amp;ecirc;s v&amp;atilde;o entender. Por exemplo, o fato de eu ter de come&amp;ccedil;ar &amp;ldquo;me explicando&amp;rdquo;, esclarecendo que SOU HETEROSSEXUAL. Muitas coisas n&amp;atilde;o mudaram de um ano para c&amp;aacute;, nunca tive a ilus&amp;atilde;o de que iriam mudar e acho que ainda v&amp;atilde;o levar ainda muito tempo para mudar... Para que eu me coloque do lado de tudo e todos que comp&amp;otilde;em o conjunto &lt;em&gt;diversidade&lt;/em&gt;, eu tenho que deixar clara minha identidade dentro dele. E por qu&amp;ecirc;? Simplesmente porque, pelo menos no Brasil, se voc&amp;ecirc; se coloca do lado de uma quest&amp;atilde;o pol&amp;ecirc;mica voc&amp;ecirc; ainda tem de se explicar at&amp;eacute; para que seja ouvido e que sua opini&amp;atilde;o tenha mais for&amp;ccedil;a.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ser heterossexual e &amp;ldquo;estar do lado&amp;rdquo; dos homossexuais n&amp;atilde;o &amp;eacute; f&amp;aacute;cil no nosso pa&amp;iacute;s hip&amp;oacute;crita e machista. Para mim n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada demais e &amp;ldquo;estar do lado de&amp;rdquo;, &amp;eacute; s&amp;oacute; uma for&amp;ccedil;a de express&amp;atilde;o, na verdade, significa s&amp;oacute; mais um item do meu cotidiano. N&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;o isso porque est&amp;aacute; na moda, nem para provocar ningu&amp;eacute;m; ali&amp;aacute;s, dizer que &amp;ldquo;fa&amp;ccedil;o isso&amp;rdquo; j&amp;aacute; pode soar como algo deliberado e n&amp;atilde;o &amp;eacute;... Estou do lado dos homossexuais porque eles fazem parte da minha vida, assim como trabalhar, comer, dormir, pagar contas, me divertir. Mesmo seu eu fosse &amp;ldquo;contra&amp;rdquo; eu teria de encarar esse fato, quer eu gostasse dele ou n&amp;atilde;o: literalmente eu estou &amp;ldquo;do lado&amp;rdquo; dos homossexuais, convivo com eles, eles est&amp;atilde;o em toda parte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mesmo que pare&amp;ccedil;a estar brincando com as palavras, tamb&amp;eacute;m proponho pensarmos nelas e como as usamos. Explico-me melhor: estou &amp;ldquo;do lado&amp;rdquo; dos homossexuais, n&amp;atilde;o por ser homossexual ou por conviver com eles, mas porque sou amiga deles, por ter pessoas na minha intimidade que o s&amp;atilde;o, por defend&amp;ecirc;-los (quando necess&amp;aacute;rio, se &amp;eacute; que precisam de defesa...), por am&amp;aacute;-los como meus irm&amp;atilde;os. Am&amp;aacute;-los &amp;eacute; parte da minha vida e talvez uma das melhores partes (al&amp;eacute;m de &lt;em&gt;gostar de homens&lt;/em&gt;!).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No Brasil (e talvez em outros pa&amp;iacute;ses tamb&amp;eacute;m) quando os hip&amp;oacute;critas ficam sabendo que algu&amp;eacute;m (o colega, um artista, um jogador de futebol) &amp;eacute; gay, eles n&amp;atilde;o conseguem pensar em outra coisa. Na cabecinha doente dessa gente, homossexual s&amp;oacute; faz sexo! Homossexual n&amp;atilde;o tem fam&amp;iacute;lia, n&amp;atilde;o tem amigos, n&amp;atilde;o trabalha, n&amp;atilde;o estuda, n&amp;atilde;o paga aluguel, n&amp;atilde;o paga contas, n&amp;atilde;o anda de bus&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o abastece carro, n&amp;atilde;o se diverte em bares, n&amp;atilde;o pega fila de supermercado. Gay s&amp;oacute; faz sexo! E tem mais: antes de eles saberem que o outro era gay, a personalidade do colega ou o talento do artista ou do jogador poderiam permanecer sem cr&amp;iacute;ticas. A partir do momento que eles ficam sabendo que o outro &amp;ldquo;virou gay&amp;rdquo;, pronto! Perdeu a capacidade, a amizade e o talento. Tudo o que a pessoa fez antes de eles saberem n&amp;atilde;o interessa, tudo &amp;ldquo;virou&amp;rdquo; lixo! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E tem essa outra coisinha rid&amp;iacute;cula: esses hip&amp;oacute;critas e reprimidos ainda acham que o outro &amp;ldquo;vira&amp;rdquo; gay. Ah, t&amp;aacute;, n&amp;eacute;, gente? De repente, o cara acorda de manh&amp;atilde; e diz: &amp;ldquo;n&amp;atilde;o t&amp;ocirc; fazendo nada, a vida t&amp;aacute; t&amp;atilde;o mon&amp;oacute;tona, acho que vou virar gay!&amp;rdquo; E plim-plim: virou gay, do dia para noite! &amp;ldquo;Virar&amp;rdquo; gay implica em escolha, por isso alguns estudiosos nos alertam para o uso das palavras; n&amp;atilde;o se &lt;em&gt;vira&lt;/em&gt; gay, descobre-se gay; n&amp;atilde;o h&amp;aacute; escolha, h&amp;aacute; o assumir. Escolher &amp;eacute; optar, e gay &amp;eacute; uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nem &amp;eacute; moda. Pense, pessoal: quem em sua s&amp;atilde; consci&amp;ecirc;ncia vai &amp;ldquo;optar&amp;rdquo; ser gay? Quem vai &amp;ldquo;escolher&amp;rdquo; ser criticado e rejeitado pela fam&amp;iacute;lia, pelos amigos j&amp;aacute; conquistados, perder emprego (e ainda se perde emprego por isso viu, gente? Conhe&amp;ccedil;o exemplos bem recentes com amigos meus...), ficar isolado, apanhar na rua de garot&amp;otilde;es &lt;em&gt;pitbull&lt;/em&gt; (na minha opini&amp;atilde;o, todos &amp;ldquo;enrustidos&amp;rdquo;, mas isso &amp;eacute; muito pessoal...)? Ou voc&amp;ecirc;s acham que &amp;ldquo;bicha&amp;rdquo; apanha s&amp;oacute; no Texas, nos EUA? N&amp;atilde;o, queridos e queridas, &amp;ldquo;bicha&amp;rdquo; apanha aqui mesmo no Brasil, em S&amp;atilde;o Paulo, em Florian&amp;oacute;polis... E n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o somente as &amp;ldquo;espalhafatosas&amp;rdquo;, tamb&amp;eacute;m os &amp;ldquo;discretos&amp;rdquo; apanham... Ent&amp;atilde;o, quem &amp;eacute; que &amp;ldquo;escolhe&amp;rdquo; a possibilidade de passar por isso? Voc&amp;ecirc; escolheria? Se voc&amp;ecirc; abrir sua mente e cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o para ouvir as hist&amp;oacute;rias de um homossexual vai ver como s&amp;atilde;o essas coisas e talvez confirmar que n&amp;atilde;o se escolhe ser assim, eles sentem e descobrem que simplesmente s&amp;atilde;o. E a partir da&amp;iacute; passam a matar dois le&amp;otilde;es por dia, como se n&amp;atilde;o bastasse matar um como todo mundo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Onde est&amp;atilde;o os itens novos no meu novo texto? &amp;Eacute;... Parece que n&amp;atilde;o vou achar... Eu n&amp;atilde;o fui incoerente. O mundo &amp;eacute; incoerente... Um momento! Tem sim, um item novo: no texto antigo acho que n&amp;atilde;o tive a oportunidade (por falta de espa&amp;ccedil;o) de falar &lt;em&gt;das&lt;/em&gt; homossexuais. Bem, n&amp;atilde;o muda muita coisa. Sofrem a mesma press&amp;atilde;o preconceituosa (tem macho que fala que &amp;eacute; &amp;ldquo;falta de homem&amp;rdquo; ou quando pensam em duas mulheres juntas soltam um &amp;ldquo;hummm!&amp;rdquo; de dentro de suas mentes pequenas), t&amp;ecirc;m problemas com a fam&amp;iacute;lia, na aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos colegas, no emprego, nos estudos... Em termos de quantidade tenho mais amigos gays do que amigas l&amp;eacute;sbicas, mas percebo delas que os problemas s&amp;atilde;o parecidos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A &amp;uacute;nica coisa que eu j&amp;aacute; presenciei de &amp;ldquo;diferente&amp;rdquo; no meu cotidiano no conv&amp;iacute;vio com algumas l&amp;eacute;sbicas, foi a mesma que alguns homens heterossexuais passaram com alguns homossexuais: existe aquelas que insistem em &lt;em&gt;lhe convencer&lt;/em&gt; a ser homossexual como elas. Talvez por estarem ainda em fase de auto-aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o (auto-afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o), ou por serem influenciadas pela mentalidade machista e hip&amp;oacute;crita da nossa sociedade, acham que a outra &lt;em&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute;&lt;/em&gt; s&amp;oacute; porque &lt;em&gt;n&amp;atilde;o experimentou&lt;/em&gt;, de que se &amp;ldquo;vira&amp;rdquo; l&amp;eacute;sbica. N&amp;atilde;o concordo do mesmo jeito. Sei que desaponto muita gente, mas n&amp;atilde;o sou l&amp;eacute;sbica. Lamento. E sei que isso acontece pela mentalidade que t&amp;ecirc;m n&amp;atilde;o pelo o que s&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A mentalidade de muita gente que tem sua sexualidade mal resolvida (por tabus, ou por n&amp;atilde;o assumir algo) continua suja como sempre. Eu, por exemplo, por trabalhar com Dan&amp;ccedil;a do Ventre e admirar a beleza feminina, incentivar a auto-estima da mulher, por beijar e abra&amp;ccedil;ar minhas amigas, e por n&amp;atilde;o ficar expondo minha vida &amp;iacute;ntima por a&amp;iacute; &amp;agrave; toa (os homens com quem eu saio, vou pra cama ou beijo na boca &amp;eacute; da minha conta e mais ningu&amp;eacute;m! &amp;Agrave;s vezes nem meus amigos e amigas &amp;iacute;ntimas ficam sabendo desses detalhes!) e tamb&amp;eacute;m por ser enf&amp;aacute;tica (por minha voz grave e meu lado masculino bem resolvido e colocado na hora certa) j&amp;aacute; fui &amp;ldquo;v&amp;iacute;tima&amp;rdquo; de fofocas de meus alunos e minhas alunas de que eu &amp;ldquo;seria&amp;rdquo;. Sabe aquele comentariozinho t&amp;iacute;pico de quem n&amp;atilde;o tem o que fazer, tipo, &amp;ldquo;ser&amp;aacute; que a professora Ana &lt;em&gt;&amp;eacute;&lt;/em&gt;?&amp;rdquo; N&amp;atilde;o ligo, porque quem paga minhas contas sou eu, al&amp;eacute;m de tudo vejo esse tipo de comportamento com olhar de l&amp;aacute;stima, de pena. Tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o ossos do of&amp;iacute;cio de quem est&amp;aacute; no &amp;ldquo;palco&amp;rdquo; como uma professora, nada a ver com a sexualidade minha nem de dos/das fofoqueiros/as.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas acho todos esses tipos de coment&amp;aacute;rios e atitudes que citei aqui s&amp;atilde;o uma ofensa aos/&amp;agrave;s homossexuais e &amp;agrave; tentativa deles em levar suas vidas da maneira que t&amp;ecirc;m direito! Assim como eu, eles/elas s&amp;atilde;o cidad&amp;atilde;os, pagam taxas e impostos, exercem sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, produzem, consomem, t&amp;ecirc;m fam&amp;iacute;lia, amigos, namorados/as, t&amp;ecirc;m problemas, t&amp;ecirc;m prazer, se divertem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eles e elas fazem parte do meu cotidiano aqu&amp;eacute;m de minha vontade, s&amp;atilde;o exemplos da &lt;em&gt;diversidade&lt;/em&gt; natural e presente no mundo, na Natureza, no Universo. Gra&amp;ccedil;as a Deus, n&amp;atilde;o somos iguais a ningu&amp;eacute;m outro no Cosmos, vivemos e convivemos com a &lt;em&gt;diversidade&lt;/em&gt; o tempo todo: diversidade de plantas, de animais dom&amp;eacute;sticos e selvagens, de min&amp;eacute;rios, de paisagens, de gosto, de prazer, de livros, de filmes, de dan&amp;ccedil;a, de beijos... Os/As homossexuais s&amp;atilde;o nada mais nada menos do que mais um item do conjunto &lt;em&gt;diversidade&lt;/em&gt;, mais uma cor no arco-&amp;iacute;ris feito por Deus, aben&amp;ccedil;oado pelas deusas. O dia em homenagem &amp;agrave; &lt;em&gt;diversidade&lt;/em&gt; &amp;eacute; s&amp;oacute; mais um dia para mim de festa, pois comemoro isso todos os dias. Mas entendo que ele &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio ainda numa sociedade que precisa ser sacudida em seus preconceitos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E eu, al&amp;eacute;m de minha revelia, tenho o privil&amp;eacute;gio de ter em minha vida meus amigos e minhas amigas homossexuais, pois muito mais do que &amp;ldquo;escolher&amp;rdquo; t&amp;ecirc;-los ao meu lado, eu n&amp;atilde;o posso fugir do fato (jamais iria querer) de que eu OS AMO de todo meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%; font-family: Centaur;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><link>/blog/9222</link><pubDate>Fri, 13 May 2011 02:32:27 +0000</pubDate><category>blog</category><guid>/blog/9222</guid></item><item><title>Voc&#xEA; n&#xE3;o acha que j&#xE1; chega?</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="/dynamic/stories/5ee23726e751417149491b18e59b7cec20425697.jpg" border="0" width="223" height="243" name="imgSt1303008271934" /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;  &lt;br /&gt;&#xD;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;As novas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es c&amp;oacute;smicas que afetar&amp;atilde;o a Terra e consequentemente nossas vidas j&amp;aacute; come&amp;ccedil;aram. Fiz um texto aqui baseado em outros textos recebidos dos mestres espirituais pelos nossos irm&amp;atilde;os aqui na Terra. Um dos sites que visito muito &amp;eacute; o Luz de Gaia. Hoje vou fazer aqui alguns coment&amp;aacute;rios a respeito dessas sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es advindas das sacudidas que j&amp;aacute; estamos sentindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; com a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou escuta todo mundo dizer que o mundo est&amp;aacute; &lt;em&gt;mais violento&lt;/em&gt; do que &lt;em&gt;antes&lt;/em&gt;? Vamos nos localizar, onde fica este &lt;em&gt;antes&lt;/em&gt;: na &amp;eacute;poca dos nossos pais? Dos nossos av&amp;oacute;s? No s&amp;eacute;culo XIX? Em parte isso pode ser verdade. Ouvimos os pais ou os av&amp;oacute;s dizerem que antes eles podiam pegar uma cadeira e sentar-se na cal&amp;ccedil;ada de casa (quando ainda era &lt;em&gt;muito&lt;/em&gt; seguro morar em casas), conversar com os vizinhos e ver os filhos brincando na rua. Parecem doces tempos... Mas isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; totalmente verdade. Enfeitar o passado de coisas perfeitas parece um v&amp;iacute;cio humano. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A viol&amp;ecirc;ncia dita &lt;em&gt;extrema&lt;/em&gt; n&amp;atilde;o &amp;eacute; nova, ali&amp;aacute;s, existe desde que mundo &amp;eacute; mundo. Voc&amp;ecirc; sabia que nunca tivemos um ano de total paz na face da Terra desde que nos organizamos em sociedade? H&amp;aacute; sempre uma guerra ou ato violento acontecendo nesse segundo em algum lugar no mundo. E este seria o ponto de debate em oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao passado paradis&amp;iacute;aco citado acima. Por&amp;eacute;m, as coisas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o assim t&amp;atilde;o extremas...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O conhecimento cient&amp;iacute;fico, a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial e o capitalismo trouxeram muito avan&amp;ccedil;o para o ocidente, por exemplo, e continuam se expandindo para pa&amp;iacute;ses de culturas muito antigas que n&amp;atilde;o atingiram a tecnologia que temos ainda (incluindo o oriente que tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; sente esses efeitos). Mas tamb&amp;eacute;m trouxeram muita injusti&amp;ccedil;a social, ampliando a n&amp;iacute;veis abissais a diferen&amp;ccedil;a entre as pessoas. E por causa do consumismo exacerbado essa diferen&amp;ccedil;a, primeiramente financeira, acaba por nortear o julgamento do indiv&amp;iacute;duo como um todo &amp;ndash; se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o tem o n&amp;iacute;vel financeiro &lt;em&gt;adequado&lt;/em&gt;, n&amp;atilde;o tem a roupa adequada, a casa adequada, a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada e, portanto, n&amp;atilde;o &amp;eacute; visto ou n&amp;atilde;o se sente &lt;em&gt;adequado.&lt;/em&gt; N&amp;oacute;s e nossos atos &amp;ndash; inclusive a pr&amp;oacute;pria viol&amp;ecirc;ncia que praticamos &amp;ndash; t&amp;ecirc;m sido banalizados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Junto com essa revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica e consumista temos os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de massa que, estando totalmente apoiados na venda e consumo de produtos, s&amp;atilde;o alguns dos respons&amp;aacute;veis por transmitir, contabilizar, alertar, mas tamb&amp;eacute;m perpetuar e incentivar a viol&amp;ecirc;ncia. Uma recente pesquisa feita na Universidade de Berkley, na Calif&amp;oacute;rnia, demonstrou que pessoas que assistiram a um filme triste e violento, tinha a propens&amp;atilde;o a pagar um pre&amp;ccedil;o alto por uma simples garrafa de &amp;aacute;gua. Enquanto aquelas que assistiram a um document&amp;aacute;rio sobre recifes de corais n&amp;atilde;o aceitaram a pagar sen&amp;atilde;o o pre&amp;ccedil;o justo pela mesma garrafa de &amp;aacute;gua. Os primeiros resultados da pesquisa apontam para uma an&amp;aacute;lise psicol&amp;oacute;gica das pessoas testadas, sugerindo que um indiv&amp;iacute;duo frustrado e entristecido quer inconscientemente mostrar que &amp;eacute; mais afortunado do que aqueles que sofrem mais do que ele &amp;ndash; por exemplo, os personagens do filme triste e violento &amp;ndash; e comprar algo caro &amp;eacute; como uma &lt;em&gt;prova &lt;/em&gt;disso. Atrelado a isso a &lt;em&gt;indiferen&amp;ccedil;a &lt;/em&gt;ou curta indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o com que reagimos aos notici&amp;aacute;rios que mostram a &lt;em&gt;viol&amp;ecirc;ncia do dia-a-dia&lt;/em&gt; t&amp;ecirc;m a ver com o fato de que nossas mentes v&amp;ecirc;m essas pessoas envolvidas nas not&amp;iacute;cias como &lt;em&gt;personagens&lt;/em&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ent&amp;atilde;o, vemos que a dita m&amp;iacute;dia tem sim &amp;ndash; e sabemos disso atrav&amp;eacute;s de outros estudos e de tanto falarem sobre o fato por a&amp;iacute; &amp;ndash; um papel importante na fomenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da viol&amp;ecirc;ncia na mente dos indiv&amp;iacute;duos expostos a ela. Mas isso n&amp;atilde;o quer dizer que &amp;eacute; a &amp;uacute;nica respons&amp;aacute;vel. A m&amp;iacute;dia usa a tristeza e a viol&amp;ecirc;ncia a favor dela e &amp;eacute; algo diab&amp;oacute;lico, n&amp;atilde;o?&amp;nbsp; Mas o contr&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o acontece: a maioria das pessoas n&amp;atilde;o sabe us&amp;aacute;-la a seu favor. S&amp;oacute; que deixarei esse assunto para outro texto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se puxarmos por nossa real consci&amp;ecirc;ncia e intelig&amp;ecirc;ncia sabemos que mesmo a m&amp;iacute;dia sendo diab&amp;oacute;lica, continua cumprindo seu papel de mostrar o que acontece ao nosso redor &amp;ndash; mesmo que &amp;agrave;s vezes n&amp;atilde;o escolha mostrar mais coisas boas do que ruins, a m&amp;iacute;dia n&amp;atilde;o &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; a viol&amp;ecirc;ncia. Ela pode influenciar na maneira de mostr&amp;aacute;-la, mas quem a causa somos n&amp;oacute;s. Dever&amp;iacute;amos sim, aprender a analisar as coisas ruins que vemos na m&amp;iacute;dia sob outro ponto de vista e v&amp;ecirc;-las como um alerta. Sair da in&amp;eacute;rcia e agir para mudar as coisas ruins, a viol&amp;ecirc;ncia. Ver um pai matando um filho &amp;ndash; ok isso acontece desde que mundo &amp;eacute; mundo &amp;ndash; na TV e procurar estudar esse aspecto, entender como e porque isso acontece, tanto cient&amp;iacute;fica quanto, e principalmente, espiritualmente. Dever&amp;iacute;amos nos comover com o que acontece como uma oportunidade para mudar algo dentro de n&amp;oacute;s. Pois o tempo chegou!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aprendi que n&amp;oacute;s influenciamos a sa&amp;uacute;de do planeta. Voc&amp;ecirc; sabia que nossos pensamentos e atos negativos causam uma vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito pesada na Terra e de quando em quando os trabalhadores espirituais t&amp;ecirc;m de fazer uma esp&amp;eacute;cie de &amp;ldquo;drenagem&amp;rdquo; nos chacras do planeta para que as coisas se aliviem um pouco? &amp;Agrave;s vezes, alguns de n&amp;oacute;s encarnados somos convidados a fazermos uma medita&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial, numa data escolhida em favor do planeta. N&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;agrave; toa, &amp;eacute; justamente num per&amp;iacute;odo em que os poros e a aura da Terra precisam de limpeza da c&amp;aacute;ca que produzimos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nessa mesma linha de estudos sabemos &amp;ndash; inclusive j&amp;aacute; admitido pelas novas incurs&amp;otilde;es da psicologia &amp;ndash; que h&amp;aacute; o que se denomina &lt;em&gt;forma-pensamento&lt;/em&gt;. Lembro-me de Osho comentando isso tamb&amp;eacute;m. Pesquisem mais profundamente sobre isso. De uma forma muito resumida, os nossos pensamentos s&amp;atilde;o t&amp;atilde;o poderosos que eles saem de nossas mentes e ficam vagando por a&amp;iacute;. Se for algo negativo e se algu&amp;eacute;m n&amp;atilde;o est&amp;aacute; numa vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito boa pode &lt;em&gt;pegar&lt;/em&gt; (como se pega um v&amp;iacute;rus) uma forma pensamento dessas e achar que &amp;eacute; sua cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e viver de acordo com ela. Voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; n&amp;atilde;o sentiu que &amp;agrave;s vezes algo que voc&amp;ecirc; tenha pensado n&amp;atilde;o tem nada a ver contigo? Pois ent&amp;atilde;o... Mas essas &lt;em&gt;formas-pensamento&lt;/em&gt; atuam constantemente e de modo bastante complexo, sendo usado por n&amp;oacute;s que n&amp;atilde;o conhecemos como funciona, por desencarnados que querem nos prejudicar e tamb&amp;eacute;m &amp;ndash; pasmem! &amp;ndash; por encarnados que nos desejam mal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando vemos um caso em que os pais jogam um filho pela janela numa semana, depois outro pai ou m&amp;atilde;e matam um filho de forma semelhante, e outro, e outro... N&amp;atilde;o somente a m&amp;iacute;dia est&amp;aacute; fazendo sim seu papel sensacionalista. As formas pensamento criadas pelo nosso horror e paran&amp;oacute;ia com o que aconteceu com Isabela Nardoni, por exemplo, ficaram no ar e recaem ou s&amp;atilde;o atra&amp;iacute;das pelas pessoas que est&amp;atilde;o j&amp;aacute; com algum problema na fam&amp;iacute;lia e est&amp;atilde;o vibrando na mesma sintonia de insensibilidade, depress&amp;atilde;o, vingan&amp;ccedil;a e/ou crueldade. Aprendi com o Luiz Gasparetto: aquilo de ruim s&amp;oacute; entra em n&amp;oacute;s se estamos abertos para ele, se estamos na mesma sintonia...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sugiro aqui uma leitura excelente e esclarecedora &amp;ndash; que me inspirou muito para este texto &amp;ndash; que &amp;eacute; o livro &lt;em&gt;Sob o signo de aqu&amp;aacute;rio&lt;/em&gt; de Roger Bottini Paranhos. Ali, Roger fala de suas experi&amp;ecirc;ncias espirituais de aprendizado com os mestres ascendidos e nos ensina um pouco mais sobre o que acontece quando somos afetados pela negatividade ou quando a provocamos. Al&amp;eacute;m de, &amp;eacute; claro, nos informar sobre as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es vindouras que, por&amp;eacute;m, j&amp;aacute; come&amp;ccedil;am a acontecer na vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o terrestre e no nosso prazo para querer mudar e crescer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Resumindo muito, no per&amp;iacute;odo que vai de 2012  a 2020 haver&amp;aacute; limpeza total no planeta, que est&amp;aacute; programada para terminar 2075. Limpeza de qu&amp;ecirc;? Daqueles que n&amp;atilde;o se esfor&amp;ccedil;aram para amadurecer e buscar o conhecimento e o amor fraterno. O tempo acabou! Ou a gente se emenda ou tchau-tchau planeta Terra. Haver&amp;aacute; ent&amp;atilde;o um ex&amp;iacute;lio desses esp&amp;iacute;ritos que ao desencarnar, ser&amp;atilde;o levados para outro planeta, de n&amp;iacute;vel vibracional inferior. Ou seja, tem gente atrapalhando a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do planeta e das pessoas que est&amp;atilde;o dispostas a evoluir e infelizmente, essas pessoas n&amp;atilde;o conseguiram evoluir no tempo previsto pelos grandes mestres, assim alguma interfer&amp;ecirc;ncia divina ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;ria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por isso estamos tendo sim a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o mundo est&amp;aacute; mais violento &amp;ndash; cat&amp;aacute;strofes, mentiras de pol&amp;iacute;ticos sendo descobertas, fam&amp;iacute;lias matando seus parentes, mortes em d&amp;uacute;zias, como os beb&amp;ecirc;s rec&amp;eacute;m nascidos no hospital em Bel&amp;eacute;m do Par&amp;aacute; &amp;ndash; tudo isso tem a ver com o processo c&amp;aacute;rmico dessas pessoas envolvidas nesses casos, pois est&amp;atilde;o entrando em seu per&amp;iacute;odo de limpeza e repara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, talvez a &amp;uacute;ltima chance de alguns em  faz&amp;ecirc;-lo. E &amp;agrave;s vezes o clima anda mais pesado, as pessoas mais impacientes... E para quem est&amp;aacute; em busca da Luz haver&amp;aacute; a impress&amp;atilde;o de que n&amp;atilde;o se sai do lugar, as coisas n&amp;atilde;o fluem ou parecem andar para tr&amp;aacute;s. Isso acontece porque como as sintonias, as vibra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tanto nossas quanto do pr&amp;oacute;prio planeta, est&amp;atilde;o sendo reajustadas para dar lugar &amp;agrave;s transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para a Nova Era. A vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai mudar para um n&amp;iacute;vel superior e n&amp;atilde;o comportar&amp;aacute; mais gente de vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o baixa ou diferente desta nova. Uma coisa puxar&amp;aacute; a outra: os esp&amp;iacute;ritos que n&amp;atilde;o quiseram evoluir ter&amp;atilde;o de ir embora, assim o planeta ficar&amp;aacute; mais leve com o passar do tempo e seguiremos &amp;agrave; evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e amadurecimento para os quais fomos criados. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesses per&amp;iacute;odos temos que nos deixar comover e ouvir nosso cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando ele nos chamar &amp;agrave; compaix&amp;atilde;o, ajudando quem for preciso no caminho da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o se formos solicitados a isso. Mas n&amp;atilde;o sem antes ajudarmos a n&amp;oacute;s mesmos. Se n&amp;atilde;o estamos bem dentro de n&amp;oacute;s, se n&amp;atilde;o sabemos quem somos, podemos, ao tentar ajudar algu&amp;eacute;m, cair na hipocrisia, no sacrif&amp;iacute;cio infrut&amp;iacute;fero ou at&amp;eacute; chantagem. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais tempo para isso. Se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; em busca de seu crescimento, investindo na sua melhora como pessoa, e ainda assim se sente bem e preparado para ajudar outra pessoa, o fa&amp;ccedil;a sem medo e sem esperar nada em troca, pois ao faz&amp;ecirc;-lo estar&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m evoluindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: book antiqua,palatino;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Osama Bin Laden disse, logo ap&amp;oacute;s os atentados nos EUA, sendo demolidas as Torres G&amp;ecirc;meas, que as pessoas no mundo a partir dali teriam de decidir de que lado estavam: do lado do opressor ou do oprimido. Pertinente, n&amp;atilde;o? Dizem os estudos da Numerologia que aqueles atentados tiveram mais significados do que imaginamos... Por&amp;eacute;m, chegou a hora de ao inv&amp;eacute;s de darmos raz&amp;atilde;o para um assassino que s&amp;oacute; tem coragem de mostrar o que pensa atrav&amp;eacute;s de um v&amp;iacute;deo e ficarmos sentados na frente da TV, que escolhamos mudar o mundo pela for&amp;ccedil;a da intelig&amp;ecirc;ncia, compaix&amp;atilde;o e consci&amp;ecirc;ncia espiritual, come&amp;ccedil;ando por n&amp;oacute;s mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#xD;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</description><link>/blog/9122</link><pubDate>Sun, 17 Apr 2011 02:43:35 +0000</pubDate><category>blog</category><guid>/blog/9122</guid></item></channel></rss>

