2 years ago
Uma vez vi um vídeo que explicava sobre a existência de 10 dimensões. Para entender a quinta dimensão, foi considerado um ponto no tempo-espaço e, a partir desse ponto, foram consideradas todas as possibilidades do que poderia ocorrer no tempo-espaço (ou seja, temos várias linhas de tempo emergindo de um único ponto). De acordo com isso, teríamos vários "pontos de chegada" (se considerarmos uma fatia de tempo ao invés de uma linha infinita). A sexta dimensão compreenderia todo o conjunto de "pontos de chegada". Será que a teoria do "entanglement" teria alguma coisa a ver com essas "realidades paralelas" que compõem a sexta dimensão?
Uma vez vi um filme (era um terror meio besta, mas a idéia era interessante) em que engenheiros construíram uma nave capaz de "driblar" as limitações do espaço (basicamente, dois pontos no espaço eram "unidos" e a nave "pulava" instantaneamente de um para o outro). Isso acabou fazendo com que a nave na verdade entrasse em uma dimensão paralela onde tudo era horror e sofrimento, ao mesmo tempo em que continuava na "nossa" dimensão.
Um dos meus autores favoritos, Philip K. Dick, explora essa idéia da mesma coisa existindo em realidades diferentes em vários de seus livros (em "A Scanner Darkly", por exemplo, ele expõe a teoria de que duas consciências podem existir dentro de apenas um indivíduo).
2 years ago
Pedro, vou ser mais curto em minhas considerações, pois acho que eu tava falando muito e dizendo pouco.. rs
Quando você fala que são duas partículas, eu discordo... veja, quando vc assiste Jornal Nacional na sua casa, e eu na minha casa, você tem uma versão da Fátima Bernardes e eu tenho outra... porém, tudo chega aos meus sentidos (visão e audição) oriundo de uma mesma fonte de existência.
Quando eu falei elétron, realmente, generalizei, pois pode ser qualquer partícula.
As dobras de "buracos de minhoca" realmente ocorrem em condições "nao muito tranquilas" quando você pensa no macrocosmo, porém, no universo subatômico as grandezas de energia também são reduzidas (é mais fácil dobrar só uma partícula do que um corpo inteiro).
Voltando ao termo de "nao haver propagação" entre as "duas" (pois estariam em dois pontos distintos, mesmo sendo uma só) partículas, é como tentar estabelecer o "delay" entre o movimento da Fátima Bernardes da sua TV e da minha TV... só que nao há, pois a Fátima Bernardes (que é a partícula da Globo - rs) é uma só.... se houver "delay" detectável não é entre as "duas fátimas", mas entre os dois equipamentos de medição (Televisores)
Segundo a teoria de Einstein, nada vai além da luz, EM NOSSO UNIVERSO, ou seja, QUALQUER coisa poderia ultrapassar este limite, porém, seria transformado em energia em sua mai diversa variedade (cinética, por exemplo). Desconfio que você possa estar muito preso à idéia do "observador fixo", muito comum na física clássica, porém, se você adotar o ponto de vista do observador quântico (que interfere na "coisa" observada) vai perceber melhor oq estou tentando falar... de certa forma, viajar em velocidade superior à da Luz seria como atingir o "hiperespaço" dos filmes de ficção científica. (já reparou que a "Enterprise" nunca bateu num planeta enquanto viajava em 'dobra máxima'?, é porque os planetas, em relação à nave, seriam energia dispersa num universo de dimensões diferentes)
Pedro e Ana, Einstein era mesmo um gênio, mas ele mesmo já considerou seus erros ainda em vida. Veja que ele iniciou uma discussão sobre o "éter", depois voltou atrás falando que esta "substância" não existia... anos depois, para concretizar outras teorias, teve que voltar a falar que existia, só que de outra maneira... e por ai vai... Já sabemos muito sobre a mecânica do universo, porém, ainda estamos longe de conhecer todo o resto de coisas que ainda vao mudar, e muito, a compreensão de nossa existência.
Gde abraço!
2 years ago
Só falei que estava errado porque ele achava a física quântica uma tremenda bobagem e hoje ela já está sendo provada, só isso. Eu sei que ele era um gênio. :)
Há algum físico aqui? :)