Se você que me lê é fumante, acho justíssimo o seu direito de acender um cigarro, mas longe, bem longe de mim e de quem não fuma. Acho terrível deixar um recinto e perceber que minhas roupas e cabelo estão impregnados com catinga de cigarro. Para aqueles que ainda insistem em lançar o subproduto de seu vício na cara de pobres inocentes, dedico o vídeo abaixo.