2 years ago
Ah, sim, é claro que o inimigo diz, entre outras coisas, mentiras e verdades. E acontece que, como o Rama diz, é preciso um grande discernimento e uma enorme autocrítica, porque o que os inimigos mais fazem é blefar. Confundir, desorientar, criar falsas expectativas, são expedientes muito bem utilizados pelos inimigos. Tróia jamais seria conquistada se não fosse o ardil, o planejamento, o engodo, o blefe, a dissimulação. Essa franqueza toda que se reputa aqui ao inimigo não ocorreu nem em Pearl Harbor nem em Hiroshima ou Nagazaki. Foi tudo na moita. Na calada da noite ou do dia, mas na penumbra da discreção, da dissimulação que muito bem caracterizam os inimigos. É corrente entre inimigos avisar que vai atacar e não fazê-lo e jurar de pé junto de manhã que não atacará jamais, fazendo-o na hora do almoço. Se bem que há inimigos e inimigos. Há os brandos e os ferozes. Os de torcida de futebol e os de facção criminosa. Depende de em que nível de inimigo esteja o foco.
2 years ago
Bom, pelo que entendo os inimigos são os que querem nos fazer algum mal, mas agindo assim nos ajudam porque apontam nossas falhas e nos dão a oportunidade de fazermos uma análise sobre nosso comportamento, alem de treinarmos a paciência, etc. Já os nossos amigos por gostarem da gente, muitas vezes atura nossos defeitos e isso de certa forma não ajuda a melhorar nosso comportamento, forma de pensar ou a nos analisar.
2 years ago
oi Pedro, apenas tentando ordenar a questão, o que quero dizer é que muitas vezes o inimigo nos diz verdades que não ouviriamos de um amigo, e aí sim é que precisamos avaliar bem, o que não o faz bonzinho nem amigo necessáriamente.
Apenas acho que eles por serem diretos e despreocupados em nos agradar, se tornam boas ferramentas do nosso crescimento, se consguirmos não ser orgulhosos e termos autocritica,abcs
2 years ago
Entretanto imagino que um inimigo jamais irá avisar o seu desafeto de algum problema, mas vai mesmo é se divertir vendo o outro às voltas com o problema. Pelo menos é o que tenho presenciado com relação às pessoas que conheço e que têm inimigos reais. Sinto muito, mas não me é fácil aceitar que o cara que aponta meus erros é inimigo. O inimigo pode até se divertir um bocado, mas não vai avisar onde estou errando, seria um inimigo muito bonzinho, isso não existe. Inimigo é mau! Ou então, ao invés disso, mudou o mundo ou mudei eu?