4 months ago
PEDRO: Gosto das suas metáforas. Gosto de ser comparada à água :D
ROSA MARIA: Eu me casei 4 vezes. Com o mesmo homem. Sei bem o que é isso da necessidade de mudar, renovar. Pra variar, tamos juntas ;-)
4 months ago
Ines eu costumo dizer que quem ama o seu trabalho não precisa de férias - no sentido de "quebrar o fazer rotineiro" - para se permitir viver um período mais prazeroso. Por outro lado, creio que há períodos de "entressafra" em que aquilo que nos dava prazer parece estar perdendo um pouco do brilho, a criatividade não flui com tanta facilidade e uma inquietação interior começa a instalar-se. São períodos de mudanças, de "nova troca de pele" que emitem sinais de que está na hora de mudar de rumo ou de ampliar o roteiro de viagem.
4 months ago
Textos como o seu me fazem confirmar aquilo que sempre considerei ao entrar diariamente no YB: Vale a pena. Parabéns e escreva mais. Quero beber dessa fonte mais vezes. A água é boa.
4 months ago
Quero TODOS eles Tony. Cada um pra uma aventura diferente. Depende do meu momento.
Como eu disse em outro texto que em breve estará por aqui:
Quando sou Fogo, ilumino, transformo, queimo ou aqueço... depende o apreço...
Quando sou Terra, acolho, sustento, cuido ou alimento... depende o consentimento...
Quando sou Ar, arejo, respiro, inspiro ou suspiro... depende quanto admiro...
Quando sou Água, afogo, inundo, envolvo ou invado... depende do caso...
;-)
4 months ago
Lindo texto Inês! Adoro analogias! Principalmente as náuticas!
Mas saiba que existem vários tipos de embarcações. De grandes transatlânticos à pequenos botes infláveis, todos navegam, mas alguns com grande autonomia, com capacidade de cargas pesadas e tripulação numerosa, porém lentos, outros mais rápidos, ágeis, porém frágeis.
Uns se contentam navegar com um bote atravessando passageiros de um lado ao outro do rio, outros querem faturar alto com seus fretes cruzando os 7 mares. A questão está em que tipo de embarcação se quer navegar. Esta escolha é que poderá te levar a lugares inexplorados ou a lugares comuns, rotineiros, participantes de rotas planejadas.
Aparelhos, bússolas, GPSs, etc. os tornam seguros, mas às vezes só se perdendo é que se encontra o desconhecido. Enfrentar grandes ondas, tempestades e mares desconhecidos são para poucos, assim como são poucos que descobrem novas terras.
Pessoalmente já fiz meus fretes, carreguei minhas cargas. Iniciei com um bote a remo, cheguei a transatlânticos, me aventurei com lanchas offshore velozes, enfrentei vários tipos de tempestades, fiquei a deriva, encontrei portos seguros, inseguros e em terras novas. Coloquei minha última embarcação no estaleiro, já está com muita craca no casco, que outro a pegue...
Hoje estou comprando um Wind surf, para quem sabe agora saltar aquelas ondas que só me faziam balançar de um lado e para o outro e me davam enjôo...Com o Wind surf finalmente só vou me emocionar.