5 months ago
Gostei do texto, mas infelizmente serei um pouco realista (meu ponto de vista, claro!). Realizar-se tanto na paixão pelo sustento como a paixão pelo outro ambas são privilégios para poucos, perto da imensidão de pessoas, sistema, interesses e desisteresses envolvidos ou desenvolvidos. É evidente que a paixão não torna rotineira e enfadonha qq atividade justamente pq 'bateu" aquilo do interior com a tarefa. Do mesmo modo podemos falar sobre relacionamentos entre as pessoas- mas o problema, nessas, é qdo - por ser mesmo paixão - tem uma vida relativamente curta, pois após isso deveria continuar o amor entre ambos , porém, geralmente nao mais aceito por uma das partes por justamente ser apenas...paixão... passageira.
1 year ago
PEDRO: Gosto das suas metáforas. Gosto de ser comparada à água :D
ROSA MARIA: Eu me casei 4 vezes. Com o mesmo homem. Sei bem o que é isso da necessidade de mudar, renovar. Pra variar, tamos juntas ;-)
1 year ago
Ines eu costumo dizer que quem ama o seu trabalho não precisa de férias - no sentido de "quebrar o fazer rotineiro" - para se permitir viver um período mais prazeroso. Por outro lado, creio que há períodos de "entressafra" em que aquilo que nos dava prazer parece estar perdendo um pouco do brilho, a criatividade não flui com tanta facilidade e uma inquietação interior começa a instalar-se. São períodos de mudanças, de "nova troca de pele" que emitem sinais de que está na hora de mudar de rumo ou de ampliar o roteiro de viagem.
1 year ago
Textos como o seu me fazem confirmar aquilo que sempre considerei ao entrar diariamente no YB: Vale a pena. Parabéns e escreva mais. Quero beber dessa fonte mais vezes. A água é boa.